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veja como as empresas reagem a hacker em jogos

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Hackers em jogos de tiro online: como as empresas nacionais lidam com eles?

Douglas Vieira 
Do Gamehall

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  • Empresas explicam quais são as consequências de usar 'hacks' em jogos online

    Empresas explicam quais são as consequências de usar 'hacks' em jogos online

Não há nada mais chato do que entrar em um game de tiro online e perceber que, não importa o que você faça ou o nível da sua habilidade, sempre tem alguém que vai se sair melhor sem muito esforço: o hacker.

Para saber como é a atuação das empresas nacionais na luta contra os jogadores trapaceiros, UOL Jogos ouviu três distribuidoras para saber como cada uma age quando recebe uma denuncia ou encontra um hacker em uma sala de jogo: Level Up! (de “Combat Arms” e “Sudden Attack”), Ongame (“Point Blank”) e Aeria Games (responsável por “Special Force”).

Veja a seguir como cada uma se comporta:

 
  • "Em 'Combat Arms' existem os 'Moderadores de Elite', jogadores com poderes limitados" - Level UP!

UOL Jogos: Quais tipos de hack já foram detectados em “Sudden Attack” e “Combat Arms”?
Level Up!: Já foram detectados e reportados diversos tipos de programas irregulares. A grande maioria deles garante os mesmos efeitos: invencibilidade, capacidade de voar ou atravessar paredes, mira automática e morte instantânea dos oponentes.  Todos esses programas são enviados à empresa responsável pelos programas de proteção e também à desenvolvedora para que sejam bloqueados e deixem de funcionar. Em média, bloqueamos cerca de 30 programas ilegais por mês.

UOL: Quais são as punições que os hackers recebem?
Level Up!: Há o tabu de que a empresa não bloqueia os usuários de hacks por preferir lucrar com o que os infratores gastam dentro do jogo. Esta informação é incorreta. A Level Up! perde dinheiro ao não tomar medidas contra programas ilegais, pois estes jogadores não prejudicam apenas ao jogo, mas também aos demais usuários, que se desmotivam a continuar.

Além disso, os hackers prejudicam a si mesmos, pois sua “diversão” acaba dificultando o acesso dos brasileiros a novos jogos e a chegada de outros games ao Brasil. No final, todos perdem. Assim, quando comprovado o uso de um programa ilegal por um usuário, sua conta é bloqueada e seu acesso restrito. Nos últimos seis meses bloqueamos uma média de mais de 2.000 contas por mês.

UOL: Há planos de lançar alguma ferramenta para, caso o jogador encontre um trapaceiro no jogo, fazer uma denúncia no decorrer da partida e o GM verificar para aplicar a punição?
Level Up!: Em “Combat Arms” existem os chamados “Moderadores de Elite”, jogadores com poderes limitados para a moderação de partidas, como, por exemplo, remover jogadores das salas de jogo criadas por eles. Já “Sudden Attack” possui um sistema próprio para o envio de um relato de infração, que proporciona ao usuário a possibilidade de reportar para nossa equipe de GMs outros jogadores que possam estar abusando de hacks durante as partidas. Além disso, em “Combat Arms” há também a opção de gravar replays de partidas, que podem ser enviados para nossa central de suporte para iniciarmos o processo de investigação de um suposto infrator.

Por outro lado, este é um assunto polêmico. Na percepção de um jogador convencional, um usuário muito bom, veterano e que conhece os segredos de como derrotar seus oponentes é considerado como usuário de programas irregulares. Por isso mesmo é delicado darmos este tipo de poder aos jogadores.

Reforçamos que todos os casos são analisados, mas imagens enviadas por usuários não podem ser utilizadas como provas. Pela legislação brasileira, imagens tiradas do jogo por usuários não servem como prova, de forma que é necessária uma ampla investigação de nossa parte, com numerosas coletas de provas, antes de aplicar sanções a uma conta.

UOL: Todos os jogos online possuem um programa de proteção. Neste caso, as atualizações são feitas apenas pela empresa que gerencia esses programas ou vocês têm direito de adicionar informações nele?
Level Up!: Enviamos continuamente relatórios aos desenvolvedores desses programas de proteção contendo informações sobre softwares ilegais utilizados em nossas versões dos jogos para garantir vantagens desleais aos usuários mal intencionados. Desta forma, as empresas responsáveis atualizam seus serviços periodicamente, baseados tanto em pesquisas próprias quanto em relatórios enviados por nós.

Fóruns e YouTube

Para os trapaceiros, a internet é o paraíso. Além de fóruns com diversas informações, é possível ver vídeos no YouTube com demonstrações de como essas trapaças funcionam, e alguns deles até apresentam links para download dos arquivos e explicações que o deixam no ponto para “zoar” a diversão alheia.

No caso do YouTube, quando as três empresas recebem informações de algum vídeo que mostra algo ilegal sinalizam para que o Google, se possível, faça a remoção. Sobre os links presentes neles, o fechamento de sites como o Megaupload acabou ajudando um pouco no processo.

Já no caso dos fóruns a situação é um pouco mais complicada, pois muitos deles estão em outros países e isso dificulta o acesso aos gerenciadores destes sites. A saída? Continuar lutando contra os trapaceiros e contar com o apoio da comunidade.